Neste tempo que estamos vivendo o isolamento social, em virtude da pandemia mundial, nossos filhos e filhas passam mais tempo na internet, seja para estudar, seja para passar o tempo.

Frequentemente, várias brincadeiras surgem na internet que interessam muitas crianças e jovens, contudo, nem sempre o objetivo e a consequência delas são positivos. Podemos citar como exemplos alguns desafios que surgiram como “brincadeiras”, mas que podem causar traumas físicos (como o “desafio da rasteira”) ou incentivar comportamentos nocivos a crianças e adolescentes. Então, para que possamos contribuir para a redução do número de pessoas que se vincula a determinada brincadeira, e para melhor orientar nossos filhos sobre as “armadilhas da internet”, sugerimos as seguintes ações:

  1. Diálogo da família: Este é o primeiro ponto para que a orientação seja transmitida, pois o diálogo é essencial no desenvolvimento dos nossos filhos, como também a relação exercida entre ambos. Logo, a conversa sobre como tem sido o seu dia, sobre  como ele (a) está se sentindo em relação a esta nova realidade que estamos vivendo, por exemplo, ajudam bastante. Além disso, é preciso observar quanto tempo ele(a) passa conectado(a) às telas, e buscar trazê-lo para o convívio familiar, com atividades domésticas, leitura de um livro, etc.

  2. Campanhas: As campanhas representam outro tipo que ajudam muito a construção da importância de orientar, pois a partir delas podemos desenvolver ideias para que reflitamos e transmitimos pelas redes sociais ou site (que podem ser próprios da escola também). É importante se informar e informar às crianças e adolescentes a respeito dessas campanhas que são realizadas, pois elas sempre trazem resultados de estudos que comprovam o impacto (positivo e/ou negativo) desses movimentos. 

Mediante a esses pontos, podemos observar o valor do diálogo e da orientação para que nossas crianças e adolescentes se desenvolvam de forma mais segura e saudável. Portanto, oriente, auxilie, compartilhe e ampare! Orientar para auxiliar! Compartilhar para amparar! Pois, amparando com um bom diálogo e com uma boa orientação, não vamos deixar que a “brincadeira” somente “mude de nome” a cada ano e interfira em nossa vida e de  quem amamos!

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